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	<description>Portais para empresas</description>
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		<title>X-tudo sou eu, cara&#8217;, diz Fiuk sobre estreia com pagodeiros e sertanejos</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Aug 2011 03:03:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
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		<description><![CDATA[Embora seja a primeira empreitada solo do cantor e ator Filipe Galvão, 20 anos, isso não quer dizer que Fiuk esteja sozinho em sua estreia sem a banda Hori, que o revelou. As parcerias que dão forma ao CD "Sou eu", lançado nesta quarta-feira (17), incluem figuras do pop rock, sertanejo univesitário, MPB e pagode]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Embora seja a primeira empreitada solo do cantor e ator Filipe Galvão,  20 anos, isso não quer dizer que Fiuk esteja sozinho em sua estreia sem a  banda Hori, que o revelou. As parcerias que dão forma ao CD &#8220;Sou eu&#8221;,  lançado nesta quarta-feira (17), incluem figuras do pop rock, sertanejo  univesitário, MPB e pagode (<strong>veja infográfico abaixo</strong>).</p>
<p>O álbum de estreia do vocalista e guitarrista (e eventual baterista) é  produzido por Dudu Borges, conhecido por seu trabalho com Michel Teló,  Jorge &amp; Mateus e Bruno &amp; Marrone. A mistura poderia causar  indigestão, mas Fiuk garante que ela desce bem.</p>
<p>&#8220;Eu ouvi o disco pronto e não tenho nada para reclamar. Não quero aumentar [o som da] guitarra, bateria&#8221;, diz ao <strong>G1</strong>,  em entrevista num hotel de São Paulo. &#8220;X-tudo sou eu, cara&#8230; Sou  moleque, gosto de tocar todos os estilos, gosto de zanzar, de ir em  vários tipos de baladas. Eu gosto dessa mistureba, sabe?&#8221;, completa.</p>
<p><a href="http://www.visaodemercado.com/multiportal/wp-content/uploads/2011/08/620x780-x-tudo.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-480" title="620x780-x-tudo" src="http://www.visaodemercado.com/multiportal/wp-content/uploads/2011/08/620x780-x-tudo-238x300.jpg" alt="" width="238" height="300" /></a></p>
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		<title>Indicador recua e governo vê melhora de risco para inflação</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Aug 2011 13:14:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[banco mundial]]></category>
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		<description><![CDATA[O Indicador de atividade econômica do Banco Central (BC) recuou em junho pela primeira vez desde o auge da crise de 2008, reforçando avaliação do governo de que a inflação caminha para trajetória benigna e alimentando, no mercado financeiro, apostas na manutenção da taxa de juros em agosto. O IBC-Br, que tem correlação estreita com a variação do Produto Interno Bruto (PIB), registrou queda de 0,26% em junho frente a maio. Apesar de o IBGE já ter anunciado um recuo da produção industrial no mês, o fraco desempenho do dado do BC surpreendeu economistas, e as taxas da curva futura de juros recuaram]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Indicador de atividade econômica do Banco Central (BC) recuou em junho pela primeira vez desde o auge da crise de 2008, reforçando avaliação do governo de que a inflação caminha para trajetória benigna e alimentando, no mercado financeiro, apostas na manutenção da taxa de juros em agosto. O IBC-Br, que tem correlação estreita com a variação do Produto Interno Bruto (PIB), registrou queda de 0,26% em junho frente a maio. Apesar de o IBGE já ter anunciado um recuo da produção industrial no mês, o fraco desempenho do dado do BC surpreendeu economistas, e as taxas da curva futura de juros recuaram.</p>
<p>&#8220;A avaliação é de que a economia provavelmente desacelerou muito mais que nós esperávamos no segundo trimestre de 2011, indicando que as condições iniciais para a atividade estão piores mesmo antes de considerarmos o risco dos choques contracionistas vindos do exterior&#8221;, afirmou o economista do Goldman Sachs Paulo Leme, por meio de relatório. No governo, segundo uma fonte da equipe econômica, a avaliação foi de que o IBC-Br o corroborou entendimento de que o País já caminha para uma trajetória de crescimento sustentável, com chances &#8220;crescentes&#8221; de a inflação convergir para o centro da meta (de 4,5% pelo IPCA) em 2012.</p>
<p>No primeiro trimestre do ano, o PIB brasileiro cresceu 1,3% frente ao trimestre anterior. O IPCA, que mede a inflação ao consumidor e é usado como parâmetro para o regime de metas, está atualmente acima do teto da meta de 6,5% no acumulado em 12 meses.</p>
<p>O BC já vinha destacando que política monetária contracionista e as medidas macroprudenciais adotadas desde dezembro levariam a inflação a desacelerar a partir de setembro. Até a semana passada, contudo, as expectativas de inflação do mercado seguiam apontando um IPCA ainda acima de 5% no próximo ano.</p>
<p>A demanda interna ainda vigorosa, com pressões inflacionárias particulares no setor de serviços vinham contribuindo para segurar as projeções, mesmo e um cenário de desaceleração de crescimento nos Estados Unidos e União Europeia.</p>
<p>O BC aumentou a taxa básica de juros em 1,75 ponto desde janeiro. Em um esforço para conter a inflação que ganhou impulso com a elevação dos preços das commodities no ano passado, a autoridade monetária também elevou os compulsórios e ampliou as exigências de capital para os bancos oferecerem crédito de longo prazo às pessoas físicas.</p>
<p>Fonte:Reuters News</p>
<p><a href="http://www.visaodemercado.com/multiportal/wp-content/uploads/2011/08/calculadora_getty_1951.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-477" title="calculadora_getty_195" src="http://www.visaodemercado.com/multiportal/wp-content/uploads/2011/08/calculadora_getty_1951.jpg" alt="" width="195" height="146" /></a></p>
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		<title>Preços das passagens aéreas são os mais baixos desde 2002, aponta Anac</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 06:39:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ralph</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
SÃO PAULO – Os preços das passagens aéreas em rotas nacionais caíram 28,4% em fevereiro de 2010, na comparação com o mesmo mês do ano passado, e são os mais baixos desde janeiro de 2002.
Segundo dados divulgados nesta quinta-feira (8) pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), o preço médio registrado em 67 linhas monitoradas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-452" title="passagem" src="http://www.visaodemercado.com/multiportal/wp-content/uploads/2010/04/passagem.jpg" alt="passagem" width="600" height="360" /></p>
<p>SÃO PAULO – Os preços das passagens aéreas em rotas nacionais caíram 28,4% em fevereiro de 2010, na comparação com o mesmo mês do ano passado, e são os mais baixos desde janeiro de 2002.</p>
<p>Segundo dados divulgados nesta quinta-feira (8) pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), o preço médio registrado em 67 linhas monitoradas entre capitais e importantes cidades brasileiras foi de R$ 253,71. Em fevereiro de 2009, o preço médio era de 354,16. Os valores são atualizados pelo IPCA/IBGE (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).</p>
<p>No segundo mês do ano, os passageiros pagaram aproximadamente R$ 0,37 por quilômetro voado pelo Brasil, ante R$ 0,50 de fevereiro de 2009. Também houve queda, ao comparar com o mês imediatamente anterior: em janeiro, os passageiros pagaram R$ 0,41 por quilômetro voado.</p>
<p>Passagens</p>
<p>Em ocasião anterior, a presidente da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), Solange Vieira, afirmou que a concorrência vem barateando os preços das passagens aéreas no Brasil.</p>
<p>Segundo Solange, as passagens chegaram a ficar até 40% mais baratas nas rotas onde empresas aéreas estreantes passaram a operar. Por outro lado, alerta a presidente, a tendência de baixa pode se reverter este ano, devido aos problemas de infraestrutura aeroportuária.</p>
<p>Transparência</p>
<p>A partir de 10 de junho, as companhias aéreas deverão incluir todos os itens que fazem parte da prestação do serviço de transporte aéreo no valor informado ao passageiro.</p>
<p>De acordo com a Anac, o objetivo é disciplinar as empresas para que deem mais transparência aos valores cobrados, permitindo aos passageiros que comparem preços com mais facilidade</p>
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		<title>O que é uma Apólice?</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 06:37:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ralph</dc:creator>
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		<category><![CDATA[apolice]]></category>
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A apólice é um dos três instrumentos do contrato de seguros e contém detalhes do documento
A apólice é um dos três instrumentos do contrato de seguros e contém detalhes do documento, como os itens cobertos, informações sobre o segurado, prazo de vigência do seguro, prêmios devidos, enfim, os direitos e obrigações da companhia de seguros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-449" title="apolice" src="http://www.visaodemercado.com/multiportal/wp-content/uploads/2010/04/apolice.jpg" alt="apolice" width="417" height="380" /></p>
<p>A apólice é um dos três instrumentos do contrato de seguros e contém detalhes do documento</p>
<p>A apólice é um dos três instrumentos do contrato de seguros e contém detalhes do documento, como os itens cobertos, informações sobre o segurado, prazo de vigência do seguro, prêmios devidos, enfim, os direitos e obrigações da companhia de seguros e do segurado.</p>
<p>A emissão da apólice caracteriza a aceitação das condições discriminadas na proposta e o compromisso formal da segurada em atender às obrigações especificadas nas cláusulas contidas nas Condições e na Proposta – outros dois instrumentos do contrato.</p>
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		<title>Financiar veículo nos bancos pode sair mais em conta</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 06:35:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ralph</dc:creator>
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SÃO PAULO – Com ou sem incentivos fiscais, comprar um carro não se resume em apenas escolher o modelo, a cor e os opcionais. Para quem optou por levar um veículo por meio de financiamento, então, outros detalhes devem ser postos na mesa. As taxas de juros, prazo e outros encargos colocados no papel não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-446" title="carro" src="http://www.visaodemercado.com/multiportal/wp-content/uploads/2010/04/carro.jpg" alt="carro" width="600" height="426" /></p>
<p>SÃO PAULO – Com ou sem incentivos fiscais, comprar um carro não se resume em apenas escolher o modelo, a cor e os opcionais. Para quem optou por levar um veículo por meio de financiamento, então, outros detalhes devem ser postos na mesa. As taxas de juros, prazo e outros encargos colocados no papel não devem ser vistos de maneira isolada. Ao contrário, na hora da pesquisa, o Custo Efetivo Total (CET) é que deve ser comparado.</p>
<p>Um levantamento realizado pela Pro Teste &#8211; Associação dos Consumidores concluiu que os melhores CETs são encontrados nos bancos, na em comparação com as concessionárias.</p>
<p>O órgão de defesa do consumidor constatou que, para financiamentos via Crédito Direto ao Consumidor (CDC), de um carro de R$ 25 mil a ser pago em 24 vezes com 40% de entrada, o CET variou entre 23% e 42% nas concessionárias. Por outro lado, nos bancos, o CET também para CDC de um carro de R$ 27 mil a ser pago nas mesmas condições variou entre 19% e 39%.</p>
<p>Sem pressa para economizar<br />
Diante de tanta diferença, o órgão de defesa aconselha o consumidor a pesquisar opções de financiamento tanto nos bancos como nas concessionárias. Até porque, com mais opções de simulações, dá para ter um poder maior de barganha.</p>
<p>Na hora da pesquisa, fique atento à taxa de juros. De maneira geral, o “juro zero” dá a impressão de custo zero na hora de comprar o veículo. Mas, não é bem assim. De acordo com o levantamento da Pro Teste, os veículos vendidos com juro zero são os mais caros e a condição só vale se o consumidor der 50% do valor de entrada, parcelando o restante em, no máximo, 24 vezes.</p>
<p>Até para quem vai comprar um usado o conselho é ter calma. Em seu levantamento, a Pro Teste constatou que os preços e condições mudam muito de concessionária para concessionária e de banco para banco. Por isso, a boa e velha pesquisa também vale nesse caso.</p>
<p>“Pesquise bastante as opções disponíveis e faça simulações com os bancos para ver qual a melhor opção de financiamento, caso não pague à vista”, aconselhou o órgão. Além disso, no caso dos usados, outros detalhes devem ser vistos para que o consumidor não acabe levando para casa um carro com problemas.</p>
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		<title>A bolsa de valores</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 06:33:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ralph</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[bolsa]]></category>
		<category><![CDATA[são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[valores]]></category>

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		<description><![CDATA[
É comum, ao ligarmos nos noticiários e depararmos sobre a queda ou a alta da Bolsa de Valores, mas o que é a bolsa de valores?
As bolsas de valores são locais onde são negociados os títulos emitidos por empresas sejam elas com capitais públicos, mistos ou privados.
Apesar de que atualmente devido à globalização, não existem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-443" title="bolsa" src="http://www.visaodemercado.com/multiportal/wp-content/uploads/2010/04/bolsa.jpg" alt="bolsa" width="600" height="426" /></p>
<p>É comum, ao ligarmos nos noticiários e depararmos sobre a queda ou a alta da Bolsa de Valores, mas o que é a bolsa de valores?</p>
<p>As bolsas de valores são locais onde são negociados os títulos emitidos por empresas sejam elas com capitais públicos, mistos ou privados.<br />
Apesar de que atualmente devido à globalização, não existem mais empresas com capitais 100% públicos, ou seja, empresas que são 100% do governo seja ele federal ou estadual ou municipal.</p>
<p>A bolsa de valor centraliza as operações do chamado mercado capital, podemos fazer uma analogia a uma feira onde ao invés de vermos vendedores oferecendo verduras, frutas e legumes são negociados ações de compras ou vendas.<br />
Estas ações são títulos que representam pequenas parcelas de uma companhia (empresa).<br />
Neste caso, ao comprar uma parte destas ações, o comprador torna-se um pouco dono da empresa, sendo assim passa a ter direito aos lucros obtidos da empresa. Mas, vale lembrar que as ações correspondem à milionésima partícula da empresa, ou seja, representam uma porcentagem bem baixa da ação da empresa, sendo assim o comprador não poderá opinar diretamente nas questões da empresa, ao menos que ele compre uma porcentagem significativa.</p>
<p>A Bolsa de Valores também negociam debêntures, ou seja, um título emitido para obtenção de empréstimos em longo prazo, neste caso ao adquirir debêntures você estará fazendo um empréstimo à determinada empresa que garantirá o pagamento através da hipoteca de seu patrimônio.</p>
<p>As principais bolsas de valores do mundo são: Nasdaq, Bolsa de Nova Iorque, Bolsa de Chicago, Bolsa de Frankfurt.<br />
E a principal bolsa de valores do Brasil é a Bovespa (Bolsa de São Paulo).</p>
<p>História da Bolsa de Valores</p>
<p>As bolsas de valores tiveram origem na antiguidade, no início os próprios comerciantes se reuniam para fazer os negócios.<br />
No Brasil, a bolsa de valores chegou em 1845 quando o Imperador do Brasil, Dom Pedro II, regulamentou a profissão.</p>
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		<title>Aplicações Ambientais</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 06:31:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ralph</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[aplicações]]></category>

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		<description><![CDATA[
Escassa é a literatura doutrinária na contabilidade tradicional sobre a evidência das origens e aplicações de recursos, ou seja, como demonstração. Mais escasso, ainda, é a relativa ao que se relaciona ao meio ambiente natural (denominada Contabilidade ambiental).
Como todo conhecimento tem a sua utilidade relativa a partir do pouco que existe sobre o assunto referido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-440 aligncenter" title="aplicacoes" src="http://www.visaodemercado.com/multiportal/wp-content/uploads/2010/04/aplicacoes.jpg" alt="aplicacoes" width="387" height="370" /></p>
<p>Escassa é a literatura doutrinária na contabilidade tradicional sobre a evidência das origens e aplicações de recursos, ou seja, como demonstração. Mais escasso, ainda, é a relativa ao que se relaciona ao meio ambiente natural (denominada Contabilidade ambiental).</p>
<p>Como todo conhecimento tem a sua utilidade relativa a partir do pouco que existe sobre o assunto referido é possível algo inferir.</p>
<p>ORIGEM DE RECURSO – Segundo a tradição a origem de recurso vem de fontes interna e externa, ou seja, a interna do patrimônio líquido e resultado de exercícios futuros (capital dos proprietários) e externa do passivo circulante e passivo exigível em longo prazo (capital de terceiros).<br />
Tais fontes visam a gerar meios patrimoniais (capital) para suprirem necessidades da célula social em relação ao entorno ecológico.</p>
<p>APLICAÇÃO DE RECURSO – Na contabilidade tradicional, segundo Milton Augusto Walter, o ativo espelha instrumentos de produção e comercialização, fatores de produção e fatores de comercialização. (Ver Introdução à análise de balanços, Saraiva: São Paulo, 1978).</p>
<p>Por decorrência a aplicação de recursos no meio ambiente natural se dá quando há necessidade de empregar capital para resolver problema do meio ambiente natural causado pela atividade produtiva da célula social e na comercialização de seus meios patrimoniais.</p>
<p>Os empresários, governo e estudiosos do assunto sabem, a nível mundial, da necessidade da sustentabilidade, isto é, o desenvolvimento sem agressão a natureza e, em defluência é que se criou à legislação da proteção do meio ambiente natural.<br />
Algumas empresas aplicam capital na proteção da natureza por meio compulsório, isto é, por serem obrigação apenas.</p>
<p>Há empresas no Rio Grande do Sul que, também, precisam fazer, pôr legislação ambiental, auditoria ambiental.</p>
<p>O art. 14 – XII da Lei estadual do Rio Grande do Sul &#8211; n. 11.510 de 03.08.2000 diz: ¨Auditorias ambientais – são instrumentos de gerenciamento que compreendem uma avaliação objetiva, sistemática, documentada e periódica da performance de atividades e processos destinados à proteção ambiental, visando a otimizar as práticas de controle e verificar a adaptação da política ambiental executada pela atividade auditada.¨(Ver opúsculo Patrimônio e o entorno meio ambiental natural, Reas: Três de Maio, outubro de 2003 de minha autoria.)</p>
<p>Há empresas, todavia, que exercem as funções do sistema da socialidade aplicando recursos, por consciência ecológica, isto é, por ter visão, por parte de seus proprietários, da necessidade de preservar a natureza.</p>
<p>Atualmente, também, algumas organizações começam a se preocupar com a natureza, pressionadas pela consciência ecológica de seus clientes e, com isso, acrescentam a gestão ambiental em suas estratégias, principalmente as indústrias, para que estas tenham um comportamento alicerçado na preservação do meio ambiente.</p>
<p>A defesa do meio ambiente deixou de ser preocupação apenas de ecologistas, pessoas conscientes da necessidade de cuidar a natureza, e passou a ser, também, dos cientistas e dos empresários a nível mundial, tanto é que os proprietários de empresas colocam a questão ambiental ao nível de estratégia nas empresas.</p>
<p>Entende-se, finalmente, que as medidas de proteção ambiental não vieram para prejudicar o desenvolvimento econômico, mas, sim, como uma meta a mais para ser atingida, torná-la competitiva no mercado e agregar valor aos seus produtos.<br />
O brasileiro, em geral, está ciente dos problemas do meio ambiente natural, que o cerca, e esperam aplicações de recursos das empresas, principalmente, aquelas que mais poluem a natureza.</p>
<p>Segundo uma pesquisa do Instituto Akatu 92% da população faz ligação direta entre as mudanças climáticas e os efeitos em sua saúde, 71% consideram mais importante à proteção ambiental que o crescimento econômico e 75% atribuem o aquecimento global à ação humana. Somente 5% praticam o consumo consciente.</p>
<p>Um comportamento raro de se ver dentre estes 5%, segundo a referida entidade, é o de se ver pressionar empresas e governo para que se desenvolvam produtos, tecnologias e políticas públicas que amenizam a crise ambiental.</p>
<p>A educação ambiental, todavia, parece ser a que ensejará uma consciência ecológica, social e humana em cada cidadão e pelas aplicações de recursos no entorno por parte das organizações e do governo</p>
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		<title>A Riqueza e os agentes externos</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 06:30:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ralph</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[agentes]]></category>
		<category><![CDATA[externo]]></category>
		<category><![CDATA[riqueza]]></category>

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		<description><![CDATA[
INTRODUÇÃO.
O patrimônio não se move por si mesmo, mas, ao se movimentar, por força externa, esta provoca fenômeno patrimonial que é matéria da ciência contábil.
O entorno modifica a riqueza das organizações lucrativas e não lucrativas.
Acontecimentos externos ao patrimônio tem influência na diminuição ou aumento da riqueza.
Ultimamente a crise na Argentina desencadeou uma série de fenômenos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-437" title="riqueza" src="http://www.visaodemercado.com/multiportal/wp-content/uploads/2010/04/riqueza.jpg" alt="riqueza" width="599" height="452" /></p>
<p>INTRODUÇÃO.</p>
<p>O patrimônio não se move por si mesmo, mas, ao se movimentar, por força externa, esta provoca fenômeno patrimonial que é matéria da ciência contábil.</p>
<p>O entorno modifica a riqueza das organizações lucrativas e não lucrativas.</p>
<p>Acontecimentos externos ao patrimônio tem influência na diminuição ou aumento da riqueza.</p>
<p>Ultimamente a crise na Argentina desencadeou uma série de fenômenos nos diversos segmentos da economia.</p>
<p>CRISE NA ARGENTINA</p>
<p>Com a economia globalizada uma crise na economia de um país afeta a dos outros países. O fenômeno do colapso vai influenciar a riqueza da célula social no país como em outros países principalmente naquele que diretamente se ligam por efeitos comerciais. Enquanto havia a paridade do peso com o dólar o argentino comprava também mercadoria no Brasil por ser de sua maior conveniência. Assim, algumas empresas brasileiras principalmente aquelas situadas perto da fronteira se beneficiavam com a venda aos argentinos. Havia uma média de 20% na receita que vinha da venda de meios patrimoniais aos argentinos. Também o setor turístico, principalmente do sul do Brasil, se favorecia com a vinda do turista argentino.</p>
<p>Com a crise houve algumas modificações na dinâmica do capital das companhias argentinas e nas brasileiras.</p>
<p>Segundo Paulo Skaf, presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit) a Argentina deve 50 milhões de dólares para o setor. A pendência afeta toda a cadeia nacional, de fibras e vestuários, formado por 30 mil empresas.</p>
<p>Também o presidente da Associação Brasileira de Vestuário (Abravest), Robert Chadad disse que a maior parte da dívida está relacionada com 15,6 mil confecções. Os setores mais atingidos, segundo Elói de Almeida, presidente do Grupo Brasil, pela crise na Argentina são os bens de capital e os têxteis.</p>
<p>Os setores imobiliários, hotéis, restaurantes, pousadas etc. do litoral principalmente os de Santa Catarina tiveram em média uma queda de 50% em sua dinâmica patrimonial e o setor de aluguel de carros de 60%.</p>
<p>O fenômeno da crise argentina afetou muitas células sociais em sua dinâmica. O meio patrimonial reduziu seu giro na mutação patrimonial. Diminuindo o giro do meio patrimonial reduz-se a lucratividade e afeta os outros sistemas em virtude de sua interação. O importante é a harmonia entre os oito sistemas que são:</p>
<p>Resultabilidade – necessidade de obter resultado.<br />
Liquidez – necessidade de anular obrigações.<br />
Produtividade – necessidade de eficiência no uso dos meios produtivos.<br />
Estabilidade – necessidade de equilíbrio entre os componentes da riqueza.<br />
Economicidade – necessidade de manter a vitalidade e garantir a sobrevivência.<br />
Invulnerabilidade – necessidade de proteção contra os riscos.<br />
Elasticidade – necessidade de adaptar o tamanho do patrimônio ao tamanho da capacidade da atividade (dimensão do capital).<br />
Socialidade – necessidade com o organismo social no qual se insere.</p>
<p>Segundo o Prof. Lopes de Sá: “Tais sistemas são autônomos, ou seja, uma empresa pode ter produtividade e não ter rentabilidade, pode ter rentabilidade e não ter liquidez, pode ter liquidez e não estar protegida conta riscos etc.”</p>
<p>Os sistemas são autônomos e tem interação entre si e nesse processo eles são influenciados por forças externas.</p>
<p>A organização é influenciada pelo mercado e, portanto, o empresário e o pessoal devem estar inseridos na sociedade e não fora dela.</p>
<p>Há uma influência ambiental exógena constante sobre o patrimônio, mesmo que isto seja pouco observado.</p>
<p>O mercado se modifica constantemente e esta modificação tange o patrimônio.<br />
O empresário deve estar atento a esta dinâmica ambiental e transmitir ao pessoal como diz Domenico Masi (2000, 186 p.) um chefe que incute entusiasmo, libera os grupos de procedimentos inúteis, gratifique os criativos, olha para o futuro, promova a inovação e tenha coragem de enfrentar o desconhecido.</p>
<p>Um chefe deve ter a capacidade intelectual de pensar.<br />
Deve saber que a criatividade precisa de vínculo, de desafios e não de burocracia. A burocracia é uma barreira para a criatividade.</p>
<p>A criatividade é um dos requisitos para o sucesso na modernidade.</p>
<p>Um empresário que não seja criativo, inovador tende a deixar o capital em ociosidade. Também, pode ser criada pela desaceleração do mercado.</p>
<p>A ociosidade cria ineficácia patrimonial e afeta a prosperidade da célula social.</p>
<p>Mesmo com a diminuição das vendas e da produção a tecnologia avança para novas formas de produtos. Um meio patrimonial que está na inércia corre o risco de ser ultrapassado por outra mercadoria mais moderna.<br />
Não é desejável que um estoque de meios patrimoniais esteja na inércia e com isto perca sua potencialidade por lançamento de produto novo no mercado que o possa substituir.</p>
<p>É fundamental que a direção e o pessoal estejam atentos para as influências ambientais exógenas. Esta matéria requer um constante aprofundamento pelos estudiosos. Segundo o Prof. Lopes de Sá: “É imprescindível conhecer a ação das forças que fazem mover as riquezas e que são provenientes do ambiente exterior a elas, ou seja, de fatores ambientais (internos e externos em relação às células sociais)”. Há uma complexidade expressiva no assunto. Pois uma influência do entorno poderá beneficiar setores e prejudicar outros. A crise na Argentina prejudicou o setor do turismo, imobiliário, aluguel de carros e outros setores da economia brasileira. Mas beneficiou as empresas exportadoras da Argentina e as empresas situadas na fronteira com o Brasil. O meio patrimonial argentino tornou-se mais acessível ao bolso do consumidor brasileiro. Inverte-se o processo econômico onde a Argentina compra menos e exporta mais. Este é um processo benéfico para Argentina.</p>
<p>VARIAÇÃO CAMBIAL</p>
<p>Com a criação do câmbio livre na economia Argentina inicialmente afetou o bolso do consumidor daquele país. A cotação do dólar de 1 dólar por 1 peso era melhor para o consumidor argentino. Com a cotação de 1 dólar por 2,10 pesos ele precisa de mais dinheiro para adquirir um meio patrimonial. Assim, todo consumidor argentino ficou mais pobre. Tal fenômeno é comum nos países em desenvolvimento, fazendo uma minoria mais rica e uma maioria mais pobre. Assim, aumenta o fosso entre a elite e a massa popular e, isto, constitui um obstáculo para o progresso e enquanto persistir não haverá verdadeiro crescimento e justiça social.</p>
<p>A ida para o exterior tornou-se mais difícil para a massa popular argentina. Tanto é que com retração do turista argentino no Brasil houve diminuição da dinâmica patrimonial em alguns setores da economia brasileira. Alguns já citados neste artigo.</p>
<p>A influência ambiental exógena da variação cambial tangeu o patrimônio de vários setores da economia das organizações na Argentina, no Brasil e em outros países que negociam com a Argentina. Com a variação cambial o brasileiro começa atravessar a fronteira com a Argentina onde compra meios patrimoniais já pela metade do preço anterior. Isto não ocorria desde a criação da paridade com o dólar 1&#215;1. Agora diminui a dinâmica patrimonial das células sociais brasileiras e aumenta das organizações da Argentina.</p>
<p>CONCLUSÃO</p>
<p>É necessário que a direção e pessoal analisem as influências dos entornos,<br />
pois estas influências podem levar a célula social tanto à prosperidade quanto à falência. Uma direção e pessoal competente pode anular influências ambientais negativas para a dinâmica patrimonial da companhia. Competência se conquista melhorando o conhecimento, atualizando o mesmo procurando inovações e usando a criatividade.</p>
<p>BIBLIOGRAFIA</p>
<p>AMAT, Joan. Nuevas tendencias en la contabilidad de gestión, em “Contabilidad de gestión actual”, edição AECA, Madri, 1994.</p>
<p>GARCIA, Carmen Hernández. Respuesta del sistema informativo contable a la responsabilidad social de la empresa: especial referencia a España, em Técnica Contable n. 605, Madri, maio de 1999.</p>
<p>HERCKERT, Werno. Patrimônio e as influências ambientais. 2. ed. Três de Maio: Megas, 2001.</p>
<p>HERCKERT, Werno. Aspectos práticos das influências ambientais. Disponivel em: &lt;www.monografias.com/trabajos10/inam/inam.shtml&gt;. Acesso em: dezembro de 2001.</p>
<p>KOLIVER, Olívio. As mudanças estruturais nas entidades e o comportamento dos custos, em Revista do Conselho Regional de Contabilidade do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, outubro de 1998.</p>
<p>MANTILLA BLANCO, Samuel Alberto. Teoria general del conocimiento contable, em Boletim do IPAT n. 13, Belo Horizonte, 1997.</p>
<p>MARTELL, Deyanira Meza. Una nueva contabilidad. CESTEC, deciembre de 1998.</p>
<p>MASI, Domenico de. O ócio criativo. Rio de Janeiro: Editora Sextante, 2000.</p>
<p>NEPOMUCENO, Valério. Planos de aplicação do termo função no contexto da teoria das funções e do homo aziendalis. IPAT Boletim, n. 14 Belo Horizonte, abril de 1998.</p>
<p>NEPOMUCENO, Valério. Autoconsciência contábil. Jornal de Contabilidade, edição APOTEC, Lisboa, outubro de 1999.</p>
<p>RAPOSO, Ely. Opiniões sobre teorema da teoria das funções sistemática. IPAT Boletim, n. 14, Belo Horizonte, abril de 1998.</p>
<p>SÁ, Antônio Lopes de. Influências externas movem os capitais. Disponível em: &lt;www.lopesdesa.com.br&gt;. Acesso em: 2001.</p>
<p>SÁ, Antônio Lopes de. Axioma da transformação do patrimônio aziendal. IPAT Boletim, Belo Horizonte, n. 14, abril de 1998.</p>
<p>SÁ, Antônio Lopes de. Informação, teoria científica e normas contábeis. Disponível em: &lt;www.lopesdesa.com.br&gt;. Acesso em: fevereiro de 2002.</p>
<p>SÁ, Antônio Lopes de. O crepúsculo dos dados eminentemente financeiros e a contabilidade volvida a fins estratégicos. Disponível em: &lt;www.lopesdesa.com.br&gt;. Acesso em: fevereiro de 2002.</p>
<p>VASCONCELOS, Yumara. Fundamentos distintivos do Neopatrimonialismo. IPAT Boletim, n. 17, edições UNA, Centro Universitário, novembro de 2000.</p>
<p>Por Werno Herckert<br />
Colunista Brasil Escola</p>
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		<title>Crédito e renda em alta inflaram classe C</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 06:27:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ralph</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
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SÃO PAULO (Reuters) &#8211; O aumento da renda média dos brasileiros, somado à maior disponibilidade de crédito, impulsionou o consumo no país e levou à migração de cerca de 30 milhões de pessoas da classe D para a classe C nos últimos cinco anos.
Os dados fazem parte de pesquisa divulgada nesta terça-feira pela Cetelem &#8211;financeira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-433" title="dinheiro" src="http://www.visaodemercado.com/multiportal/wp-content/uploads/2010/04/dinheiro.jpg" alt="dinheiro" width="599" height="448" /></p>
<p>SÃO PAULO (Reuters) &#8211; O aumento da renda média dos brasileiros, somado à maior disponibilidade de crédito, impulsionou o consumo no país e levou à migração de cerca de 30 milhões de pessoas da classe D para a classe C nos últimos cinco anos.</p>
<p>Os dados fazem parte de pesquisa divulgada nesta terça-feira pela Cetelem &#8211;financeira do grupo francês BNP Paribas&#8211;. Conforme o estudo, apenas em 2009 aproximadamente 8 milhões de brasileiros passaram a ocupar a classe média ante o ano anterior, totalizando 92,8 milhões de pessoas.</p>
<p>&#8220;O consumo vai se manter aquecido nos próximos 12 meses. O brasileiro está poupando e planejando o que vai comprar, tendência que deve ser mantida nos próximos anos pela melhora do cenário econômico nacional&#8221;, disse o diretor geral da Cetelem no Brasil, Marcos Etchegoyen, em evento com jornalistas.</p>
<p>Segundo ele, medidas anti-cíclicas adotadas ao longo do ano passado, como a desoneração e/ou redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para produtos de linha branca, automóveis e materiais de construção, também levaram ao avanço do consumo no país e, consequentemente, à migração de classes.</p>
<p>O levantamento apontou que, no ano passado, a renda média das famílias brasileiras atingiu o recorde de 1.285 reais, impulsionada principalmente pelo aumento dos ganhos das classes C e D/E.</p>
<p>A classe A/B, contudo, registrou leve queda na renda, que passou de 2.586 para 2.533 reais na comparação anual. &#8220;Os efeitos da crise foram mais diretos no topo da pirâmide&#8221;, assinalou Etchegoyen.</p>
<p>A pesquisa revelou ainda que, após a crise financeira mundial, o brasileiro passou a poupar mais. Em 2009, os recursos destinados a aplicações, poupança e investimentos somaram 535,31 reais, volume 220 reais superior à média em 2008. Em relação aos próximos 12 meses, 76 por cento dos entrevistados afirmaram que pretendem aumentar as economias.</p>
<p>&#8220;A crise teve um efeito educativo e o brasileiro voltou a poupar, tanto pelo aumento da renda quanto como uma forma de se precaver para uma eventual necessidade&#8221;, afirmou o executivo.</p>
<p>A classe C, ao mesmo tempo em que foi a que mais poupou no ano passado, foi aquela que mais recorreu ao crédito. &#8220;Esse movimento mostra um consumidor mais maduro e consciente. É preciso recorrer ao crédito para consumir, mas manter reservas para eventuais emergências&#8221;, disse Etchegoyen.</p>
<p>Nesse sentido, em 2009, as pessoas se sentiram mais seguras para comprar itens financiados, segundo o estudo, que identificou uma tendência de crescimento de compras financiadas de eletroeletrônicos &#8211;principalmente de televisões&#8211;, fogões e geladeiras, além de carros.</p>
<p>O valor médio destinado ao pagamento de prestações &#8211;utilizado para medir o endividamento da população&#8211; no último ano foi de 64 reais, sendo que a classe A/B respondeu por 122 reais, enquanto a classe C destinou 73 reais. A classe D, por sua vez, destinou 25 reais.</p>
<p>Nos últimos cinco anos, o número de pessoas que precisou atrasar algum pagamento também diminuiu. Em 2009, apenas 3 por cento declararam ter atrasado uma prestação, enquanto em 2005 o índice era de 9 por cento.</p>
<p>A pesquisa da Cetelem foi realizada com 1.500 pessoas, com mais de 16 anos, em 70 cidades de nove regiões metropolitanas do Brasil. Os dados de 2009 foram coletados entre os dias 18 e 29 de dezembro.</p>
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		<title>Grêmio perde invencibilidade</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 06:23:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ralph</dc:creator>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[esporte]]></category>
		<category><![CDATA[gremio]]></category>
		<category><![CDATA[invencibilidade]]></category>

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A invencibilidade de 51 jogos do Grêmio no estádio Olímpico foi quebrada na noite desta quinta-feira em um dos piores momentos possíveis. A equipe perdeu por 2 a 1 para o Pelotas e foi eliminada nas quartas de final da Taça Fábio Koff. Assim, o Grêmio dá adeus à chance de conquistar o título do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-426" title="gremio" src="http://www.visaodemercado.com/multiportal/wp-content/uploads/2010/04/gremio.jpg" alt="gremio" width="599" height="292" /></p>
<p>A invencibilidade de 51 jogos do Grêmio no estádio Olímpico foi quebrada na noite desta quinta-feira em um dos piores momentos possíveis. A equipe perdeu por 2 a 1 para o Pelotas e foi eliminada nas quartas de final da Taça Fábio Koff. Assim, o Grêmio dá adeus à chance de conquistar o título do Campeonato Gaúcho por antecipação, já que foi campeão da Taça Fernando Carvalho, o primeiro turno da competição.</p>
<p>A última derrota do Grêmio no Olímpico havia acontecido em  13 de setembro de 2008, contra o Goiás. De lá para cá foram 51 jogos contra adversários como Flamengo, Corinthians, Internacional e São Paulo, entre outros grandes rivais. Pois coube ao pequeno Pelotas, que subiu este ano da segunda divisão gaúcha,  a façanha de conseguir derrotar o Grêmio, quebrando também uma série de 15 vitórias seguidas do tricolor da capital.</p>
<p>Com a vitória o Pelotas se credita a enfrentar o São José na semifinal. O time treinado por Argel empatou em 0 a 0 com o Inter de Santa Maria e venceu por 3 a 1 nos pênaltis. Na outra semifinal, o Internacional vai enfrentar o Ypiranga. Quem ganhar o turno enfrentará o Grêmio na decisão do Estadual.</p>
<p>Antes do início da partida, chamou a atenção um diálogo entre os dois treinadores. &#8220;Que vença o melhor&#8221;, disse Silas quando cumprimentou Beto Almeida. &#8220;Se for assim você já venceu&#8221;, respondeu o técnico do Pelotas. &#8220;Então, que vença quem jogar melhor&#8221;, triplicou o gremista.</p>
<p>PRINCIPAIS LANCES</p>
<p>PRIMEIRO TEMPO</p>
<p>12min &#8211; Maicon Sapucaia cruzou e Alex Dias errou em bola<br />
32min &#8211; Thiago Duarte cruza e Bruno perde o gol<br />
33min &#8211; Maylson cruza e Bergson erra em bola, sozinho<br />
36min &#8211; Jonas cruza e Maylson perde o gol<br />
46min &#8211; GOOOOLLLL DO GRÊMIO!!!! Após lance polêmico, Bergson cruza e Maylson empurra para o gol vazio<br />
SEGUNDO TEMPO<br />
13min &#8211; Cruzamento da direita e Jonas cabeceia para fora<br />
21min &#8211; GOOOOLLLL DO PELOTAS!!!! Thiago Duarte faz paradinha e vence Victor em cobrança de pênalti<br />
33min &#8211; GOOOOLLLL DO PELOTAS!!!! Thiago Duarte, agora sem paradinha, marca de pênalti</p>
<p>* SEMIFINAIS DO 2º TURNO<br />
* NOTÍCIAS DO GAUCHÃO<br />
* SÃO JOSÉ X INTER-SM<br />
* MAIS GRÊMIO NO UOL ESPORTE</p>
<p>Pelotas, o adversário mais forte do ano no Olímpico</p>
<p>No começo do jogo Silas se mostrou preocupado com o lado direito de seu time. Edílson errou três lances na sequência. No quarto, o treinador perdeu a paciência. Gesticulando muito e visivelmente transtornado, o comandante indicava a necessidade de passagem pelo flanco para que o Grêmio conseguisse seu primeiro arremate em gol. Até os 10 minutos, nenhuma chegada forte havia ocorrido, isto porque o Pelotas se postava defensivamente e com qualidade. Aos 11, Edílson viu Silas reconhecer seu esforço quando fez o que o técnico pedira.</p>
<p>No contra-ataque o Pelotas assustava a defesa gremista. Em velocidade, Maicon Sapucaia cruzou e Alex Dias, ex-São Paulo, perdeu a melhor chance do confronto até então. Sem dúvida, dos times que jogaram no Olímpico em 2010, o Pelotas foi o que trouxe a maior dificuldade tática. Bem armado, o time do sul do estado &#8220;amarrava&#8221; o Grêmio e contava com o apoio de cerca de mil pessoas que viajaram durante quatro horas para acompanhar seu time. Visivelmente, a decisão nos pênaltis não desagradava o Pelotas, que ganhou tempo em todas as oportunidades.</p>
<p>Mesmo que Silas reclamasse constantemente de Edílson, foi o lado esquerdo defensivo que apresentou os maiores problemas. O experiente Maurinho, com passagens por Cruzeiro, São Paulo, entre outros, manteve vantagem sobre os marcadores e dificultou as atividades gremistas.<br />
Depois de 33 minutos, Grêmio acorda</p>
<p>Somente aos 33 minutos ocorreu a primeira chance de gol do Grêmio. Maylson driblou seu marcador e cruzou. Bergson apareceu sozinho mas errou em bola. Na sequência da jogada a bola sobrou para Douglas, que também não conseguiu o arremate. Depois disso, o time de Silas acordou. A principal arma encontrada foi o cruzamento. Maylson também esteve perto de marcar, mas acabou perdendo.</p>
<p>Aos 41 minutos do primeiro tempo, um lance polêmico dentro da área do Pelotas. O zagueiro Jonathas Costa levou o braço até Maylson, que caiu. Silas reclamou muito com o auxiliar Marcelo Barison que estava de frente para o lance. Sem a marcação do que seria um pênalti, o treinador ficou muito irritado. O jogo pegou fogo nos minutos finais do primeiro tempo, Jonas simulou ser agredido, Leandro saiu do banco para reclamar, mas nada ocorreu.</p>
<p>Desta confusão saiu o gol do Grêmio, em um lance tão polêmico quanto o pênalti não marcado. Após uma reversão de lateral, a bola desviou, sem intenção, no braço de Bergson. Ele cruzou e Maylson empurrou para o gol vazio. Com placar aberto, o Grêmio foi para os vestiários em vantagem.<br />
JONAS COMPLETA 100 JOGOS PELO GRÊMIO</p>
<p>Neco Varella/Freelancer<br />
O atacante entrou em campo com a camisa 100. Antes do início do jogo, recebeu uma placa do presidente Duda Kroeff e foi ovacionado pela torcida. No momento da bola rolar, o 100 deu lugar ao 7, mas a camisa vestida por Jonas era estilizada. Havia a inscrição &#8220;100 jogos&#8221; no lado esquerdo do peito e no centro uma foto do atleta estilizada. Para a infelicidade do atacante, o time perdeu e ele passou em branco.<br />
Pelotas pressiona, e vira o jogo</p>
<p>No segundo tempo, o Pelotas seguiu dando trabalho. Empurrado pela torcida que gritava constantemente nas arquibancadas do Olímpico, o time de Beto Almeida buscou o empate desde o primeiro minuto. Saindo para o jogo, foi inevitável deixar espaços. Estes, eram aproveitados pelo Grêmio, mas sem efetividade.</p>
<p>Exatamente em um destes contra-ataques, Jonas perdeu uma chance clara. Aos 13 minutos, em um cruzamento de Edílson, o atacante perdeu gol de cabeça. Em seu centésimo jogo com a camisa gremista, Jonas não repetia a boa atuação das últimas partidas.</p>
<p>Aos 21 minutos, a pressão do Pelotas foi efetiva. Lançamento para a área do Grêmio e Victor cometeu pênalti sobre Thiago Duarte. Na cobrança, o ex-jogador do próprio Grêmio fez a paradinha e venceu Victor. Transtornado, o goleiro, que já admitiu ver a paradinha como uma covardia do atacante, pediu a repetição, mas o gol foi validado.</p>
<p>O gol do Pelotas modificou a cara do jogo. Enquanto o Pelotas voltou a fazer cera em todos os lances possíveis, o Grêmio saiu em busca do gol. Desordenado, o time de Silas não criava chances claras. Rodrigo, mesmo sem ser capitão, coordenava os atletas e buscava incitar o ataque, o que parecia inútil.</p>
<p>Desta vez foi o Pelotas quem usou o contra-ataque. Sandro Sotilli entrou pela direita e foi derrubado, gerando mais um pênalti. Thiago Duarte bateu novamente, desta vez sem paradinha, e marcou o segundo do Pelotas.<br />
O GRÊMIO NO TWITTER</p>
<p>A falta de organização seguiu no Grêmio que aparentava nervosismo por estar perdendo em casa. Curiosamente, no jogo em Pelotas, o time de casa saiu na frente e o Grêmio virou graças a Jonas. Nesta quinta, Thiago Duarte foi o nome da partida por marcar os dois do time do interior.</p>
<p>O nervosismo tomou tanto conta do time tricolor, que Douglas, ao reclamar de uma marcação de tiro de meta, chutou a bola no bandeirinha e foi expulso. Foi a primeira expulsão do Grêmio no ano.</p>
<p>Depois disso, não havia tempo para mais nada. O Pelotas tirou a invencibilidade de 51 jogos no Olímpico e o Grêmio está desclassificado</p>
<p>A Federação Gaúcha ainda não se manifestou oficialmente, porém, com o jogo do Internacional marcado para sábado, Pelotas e São José devem se enfrentar no domingo, às 16h. Já o Grêmio aguarda o vencedor do turno para a finalíssima do Estadual.</p>
<p>GRÊMIO 1 X 2 PELOTAS</p>
<p>GRÊMIO<br />
Victor; Edílson, Mario Fernandes, Rodrigo e Fábio Santos; Ferdinando,Willian Magrão, Maylson(Leandro) e Douglas; Jonas e Bergson(Hugo).<br />
Técnico: Silas Pereira</p>
<p>PELOTAS<br />
Jonatas; Jonas, Bruno Salvador e Jonathas Costa; Maurinho, Gavião, Jucemar(Maurício), Maicon Sapucaia e Pedro(Clodoaldo); Alex Dias(Sandro Sotilli) e Thiago Duarte.<br />
Técnico: Beto Almeida</p>
<p>Data: 08/04/2010, quinta-feira<br />
Local: estádio Olímpico, em Porto Alegre (RS)<br />
Árbitro: Fabrício Neves Corrêa<br />
Assistentes: Marcelo Bertanha Barison e João Lúcio de Souza<br />
Público:11.724<br />
Renda: R$ 227.539,00<br />
Cartões amarelos: Willian Magrão (G), Victor (G), Jonatas (P), Jonathas Costa (P)</p>
<p>Cartões Vermelhos: Douglas (G)<br />
Gols: Maylson (Grêmio) aos 46min do primeiro tempo; Thiago Duarte (Pelotas) aos 21min e aos 33min do segundo tempo</p>
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